Seminário de Pós-Graduação: Elogio da ontologia II (2014.1)

Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura, UFRJ.

2014.1

Horário: terça-feira, 14: 00 h – 16:30 h

Sala: H-306a (Faculdade de Letras, UFRJ).

Nível: Mestrado e Doutorado.

TÍTULO DO CURSO: Elogio da ontologia II

Ementa: Retomada do projeto de pensar uma ontologia da cultura/literatura brasileira. O curso reverá em síntese alguns dos aportes do “passeio” pelo problema ontológico realizado no semestre passado (Foucault/Agamben; Lacan/Zizek), mas concentrando o foco da discussão do Brasil. A discussão ontológica pode interessar à crítica cultural/literária brasileira? Eis a pergunta. Três linhas da crítica serão abordadas, centradas em três críticos literários/culturais de importância maior: Roberto Schwarz, Silviano Santiago, José Miguel Wisnik. Caberá então entender o que podemos chamar de uma ontologia do lugar na literatura/cultura brasileira: Roberto Schwarz (“as ideias fora do lugar”); Silviano Santiago (“o entre-lugar”); José Miguel Wisnik (“o lugar fora das ideias”). Para tanto partiremos de uma seleção de textos clássicos destes autores, visando a produzir uma hipótese ampla sobre uma ontologia da cultura brasileira.

Pré-requisito: Não há.

Cronograma das aulas

Aula 1 – 18 de março. Apresentação das grandes linhas do curso.

25 de março – Não haverá aula.

Aula 2 – 1º de abril – O paradigma Machado. A constituição: o sujeito crítico da literatura brasileira. Leituras: Machado de Assis, “Instinto de nacionalidade”; Antonio Candido, “A crítica viva”(Formação da literatura brasileira); Roberto Schwarz, Um mestre na periferia do capitalismo/ Machado de Assis; Bruno Latour, “A constituição” (Jamais fomos modernos).

Aula 3 – 8 de abril – A matriz tipológica. Leituras: Antonio Candido, “Crítica e sociologia” (Literatura e sociedade); “Dialética da malandragem”; Immanuel Kant, “Do conceito de um objeto da razão prática pura” (Crítica da razão prática).

Aula 4 – 15 de abril –  A grande síntese musical. Leitura: Mário de Andrade, Ensaio sobre a música brasileira; Pequena história da música.

22 de abril – Não haverá aula (feriado, dia 21 e 23)

Aula 5 – 29 de abril – Variações em torno de Capitu. Leituras: Silviano Santiago, “Retórica da verossimilhança”(Uma literatura nos trópicos); Roberto Schwarz, “A prosa envenenada de Dom Casmurro” (Duas meninas); Alfredo Bosi, O enigma do olhar.

6 de maio – Não haverá aula.

Aula 6 – 13 de maio – Silviano Santiago e o paradigma da constituição: “O entre-lugar do discurso latino-americano” (Uma literatura nos trópicos); “Apesar de dependente, universal”; “Uma ferroada no peito do pé” (Vale quanto pesa); “Por que e para que viaja o europeu?” (Nas malhas da letra).

Aula 7 – 20 de maio – O recalque contramétrico do sujeito mulato. Leituras: José Miguel Wisnik, “Machado maxixe”; Veneno remédio. O futebol e o Brasil.

27 de maio – Não haverá aula.

Aula 8 –  3 de junho – Apresentação dos projetos pesquisa de alunos.

Aula 9 – aula-extra (Data a combinar) – Experiência-limite: ontologias da literatura. Leituras: Martin Heidegger, “Por que poetas?” (Caminos de bosque); Michel Foucault, “Psicanálise, etnologia” (As palavras e as coisas); “A loucura e a ausência de obra”, (Ditos e escritos, I); Gonzalo M. Tavares (Um homem: Klaus Klump).

Aula 10 – 10 de junho – Conclusões do curso.

Entrega dos trabalhos no dia 10 de julho.

Bibliografia geral:

Adorno, Theodor. Hegel: Three Studies. Trad. Shierry Weber Nicholson e Jeremy J. Shapiro. Cambridge, Massachusetts/Londres, Inglaterra: The MIT Press, 1993; trad. espanhola: Tres Estudios sobre Hegel. Trad. Victor Sanchez de Zavala. Madrid: Taurus ediciones, 1970.

Adorno, Theodor. Textos escohidos. Os pensadores. São Paulo: Círculo do Livro (Nova Cultural na edição original), 1996.

Agamben Giorgio. Estâncias. A palavra e o fantasma na cultura ocidental. Trad. Selvino José Assmann. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007.

Agamben, Giorgio. Homo Sacer. O poder soberano e a vida nua I.  Trad. Henrique Burigo.Belo Horizonte: ed. UFMG, 2002.

Agamben, Giorgio. Infância e história. Destruição da experiência e origem da história. Trad. Henrique Burigo. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2008.

Agamben, Giorgio. Means Without End. Notes on Politics. Trad. Vincenzo Binetti e Cezare Casarino. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2000.

Agamben, Giorgio. O que resta de Auschwitz.. Homo sacer III. Trad. Selvino J. Assmann. São Paulo: Boitempo, 2008.

Agamben, Giorgio. “Qu’est ce qu’un paradigme?“. Signatura rerum. Sur la méthode. atrad. Joël Gayraud. Vrin, 2008; Signatura Rerum. Sobre el método. Trad. Flavia Costa y Mercedes Ruvituso. Barcelona: Editorial Anagrama, 2010; “What’s a Paradigm?” (European Graduate School).

Andrade, Mário. Ensaio sobre a música brasileira. São Paulo: Livraria Martins Editora/Brasília: Instituto Brasileiro do Livro/Mec, 1972, 2 edição.

Andrade, Oswald. Do Pau-Brasil à antropofagia e às utopias. Obras completas de Oswald de Andrade, vol. 6. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1970, 2a edição.

Avelar, Idelber. “Entre o violoncelo e o cavaquinho: música e sujeito popular em Machado de Assis“. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n. 37. Brasília, janeiro-junho de 2011.

Badiou, Alain. Deleuze, o clamor do ser. Trad. Lucy Magalhães. Rio de Janeiro : Jorge Zahar editor, 1997.

Badiou, Alain. Peut-on penser la politique? Paris: Seuil, 1985.

Balibar, Etienne; Ferry, Luc; Lacoue-Labarthe, Philippe; Lyotard, Jean-François; Nancy, Jean-Luc. Rejouer le politique. Paris: Galiée, 1981.

Benveniste, Emile. “Da subjetividade na linguagem”Problemas de linguística geral I. Trad. Maria da Glória Novak e Maria Luisa Neri. Campinas, Pontes, 2005.

Bosi, Alfredo. Machado de Assis. O enigma do olhar. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Bosteels, Bruno. Badiou and Politics. Durham & Londres: Duke University Press, 2011.

Butler, Judith. “Arguing with the Real”. Bodies that Matter. New York: Routledge, 1993.

Candido, Antonio. A Educação pela noite. São Paulo: Editora Ática, 1989.

Candido, Antonio. Formação da literatura brasileira (Momentos decisivos). Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 2000, 9ª edição.

Candido, Antonio. Literatura e Sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2006, 9a edição revista pelo autor.

Candido, Antonio. O discurso e a cidade. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1993.

Candido, Antonio. Vários Escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1977.

Castro, Eduardo Viveiros de. “Perspectivismo e multiculturalismo na América indígena“. A inconstância da alma selvagem. São Paulo: Cosac Naify, 2002.

Craia, Eladio. A problemática ontológica em Gilles Deleuze. Cascavel, Paraná : Editora e Gráfica Universitária – EDUNIOESTE, 2002.

Cunha, Euclides da. Os sertões. Leopoldo M. Bernucci (ed.). São Paulo: Ateliê Editorial, 2001, 2ªedição.

Descartes, René. Discurso do Método. Trad. Jacob Guinsburg e Bento Prado Jr. Notas de Gérard Lebrun.  São Paulo: Difel – Difusão Europeia do Livro, 1962, col. Clássicos Garnier, 1973, 2a edição.

Deleuze, Gilles e Guattari, Féliz. O Anti-édipo. Trad. Luiz B. L. Orlandi. São Paulo: Editora 34, 2010.

Deleuze, Gilles e Guattari, Félix. O que é a Filosofia? Trad. Bento Brado Jr. e Alberto Alonso Munoz. São Paulo: Editora 34, Coleção Trans, s/d [Versão digitalizada].

Derrida, Jacques. “Remarks on Deconstruction and Pragmatism”. Mouffe, Chantal (ed.) Deconstruction and Pragmatism. Londres/Nova York: Routledge, 1996.

Finazzi-Agrò, Ettore. Economia (e política) do moderno. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 50, set-março 2010.

Foucault, Michel. A Arqueologia do saber. Trad. Luiz Felipe Baeta Neves. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997, quinta edição.

Foucault, Michel. “Des espaces autres”. Dits et écrits II, 1976-1988. Paris: Quarto Gallimard, 2001.

Foucault, Michel. Estética: literatura e pintura, música e cinema. Ditos e escritos III. Trad. Inês Autran Dourado Barbosa. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2009, 2a edição.

Foucault, Michel. Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

Foucault, Michel. História da sexualidade I. Vontade de saber. Trad. Maria Theresa da Costa Albuquerque e J.A. Guilhon de Albuquerque. Rio de Janeiro: Graal, 1977.

Foucault, Michel. Microfísica do poder. Roberto Machado (ed.). Rio de Janeiro: Graal, [1979], 2000, 15ª edição.

Foucault, Michel. Vigiar e punir. Trad. Ligia Vassallo. Petrópolis : Vozes, 1988, 6ª edição.

Freud, Sigmund. Obras completas – Vol. 12 (1914-1916). Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

Freud, Sigmund. Obras completas – Vol. 14 (1917-1920). Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

Freud, Sigmund. Obras completas – Vol. 16 (1923-1925). Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

Freud, Sigmund. Obras completas – Vol. 18 (1930-1936). Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

Gabriel, Markus. Transcendental Ontology: Essays in German Idealism. Londres/Nova York: Continuum International Publishing Co., 2011.

Gumbrecht, Hans Ulrich. Produção de presença. O que o sentido não consegue transmitir. Trad. Ana Isabel Soares. Riod e Janeiro : Contraponto/Editora Puc, Rio, 2010.

Hardt, Michael e Negri, Antonio. Commonwealth. Cambridge: The Belknap Press of Harvard University Press, 2009.

Hardt, Michael e Negri, Antonio. Império. Trad. Berilo Vargas. Rio de Janeiro, São Paulo : editora Record, 2001, 3ª edição.

Hardt, Michael e Negri, Antonio. Multidão. Guerra e democracia na era do império. Trad. Clóvis Marques. Rio de Janeiro, São Paulo : editora Record, 2005; MultitudeWar and Democracy in the Age of Empire. Nova York : The Penguin Press, 2004.

Heidegger, Martin. Caminos de Bosque. Trad. Helena Cortés e Arturo Leyte. Madrid: Alianza editorial s.a., 2010.

Heidegger, Martin.  Conferências e escritos filosóficos. Os pensadores.Heidegger. Trad. Ernildo Stein. São Paulo: Nova Cultural, s/d.

Heidegger, Martin. Ontología. Hermenéutica de la facticidad. Trad. Jaime Aspiunza. Madrid: Alanza Editorial, 1999.

Heidegger, Martin. Parágrafos 1 a 10. Ser e tempo. Trad. Fausto Castilho. Campinas/Petrópolis: Editora Unicamp/Ed. Vozes, 2012; Ser e tempo. Parte I; Parte II. Tradução de Marcia Sá Cavalcante Schuback. Petrópolis: Vozes, 2000, 15ª edição.

Heidegger, Martin. Sobre o problema do ser; o caminho do campo. São Paulo: Livraria duas Cidades, 1969.

Johnston, Adrian. Zizek’s ontology. A Transcendental Materialist Theory of Subectivity. Evanston: Northestern University Press, 2008.

Kanbouchner, Denis; Lacoue-Labarthe, Philippe; Lefort, Claude; Nancy, Jean-Luc; Rancière, Jacques; Rogozinski, Jacob; Soulez, Philippe. Le retrait du politique. Paris: Galilée, 1983.

Kant, Immanuel. Crítica da razão prática. Trad. Afonso Bertagnoli. São Paulo: ebooksbrasil.com, 2004 [Fonte digital: São Paulo: Edições e Publicações Brasil Editora, 1959.]

Kant, Immanuel. Crítica da razão pura. Trad. Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.

Kant, Immanuel. Textos seletos. Edição bilíngue. Tradução: Raimundo Vier e Floriano de Sousa Fernandes. Petrópolis: Vozes, 1974.

Lacan, Jacques. Escritos. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.

Lacan, Jacques. Seminário. O Seminário. Livro 3. As Psicoses. Trad. Aluísio Meneses. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1988.

Lacan, Jacques. Le séminaire. Livre VII. L’éthique de la psychanalyse. Paris: Seuil, 1986; Trad. espanhola: Seminário 7. La ética del psicoanálisis; trad. brasileira: Seminário 7. A ética da psicanálise. Trad. Antônio Quinet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2008.

Lacan, Jacques. O seminário. Livro 11. Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Tradução: M.D. Magno. Rio de Janeiro: Zahar, 1984.

Lacoue-Labarthe, Philippe e Nancy, Jean-Luc. L’absolu littéraire. Théorie de la littérature du romantisme allemand. Paris: Ed. Seuil, 1978; Tradução em inglês: The Literary Absolute. Trad. Philip Barnard e Cheryl Lester. Nova York: State University of New York Press, 1988.

Latour, Bruno. Jamais fomos modernos. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: ed. 34, 1994.

Latour, Bruno. Facing Gaia. Gifford Lectures On Natural Religion. Six Lectures on the Political Theology of Nature. Edinburgh, 18th-28th of February 2013.

Latour, Bruno. War of the Worlds. What about peace?.

Levi, Primo. Os afogados e os sobreviventes. Tradução: Luiz Sérgio Henriques. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990; Les naufragés et les rescapés. Quarante ans après Auchwitz. Tradução francesa: André Maugé. Paris: Gallimard, coll. Arcades. 1989.

Lukács, Gyorgy. Prolegômenos para uma ontologia do ser social. Trad. Lya Luft e Rodnei Nascimento. São Paulo: Boitempo, 2010.

Ludmer, Josefina. Aquí, América Latina : una especulación. Buenos Aires : Eterna Cadencia Editora, 2010.

Machado de Assis, J.M. Crítica Literária. Rio de Janeiro: ebooksbrasil, 2008.

Marchart, Oliver. Post Foundational Political Thought. Political Difference in Nancy, Lefort, Badiou and Laclau. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2007.

Miller, Jacques Alain. Des réponses du réel. Cours 1983-1984.

Mouffe, Chantal. On the Political. Londres/Nova York: Routledge, 2005.

Negri, Antonio. Kairòs, Alma Venus, Multitudo. Nove lições ensinadas a mim mesmo. Trad. Orlando dos Reis e Marcelloo Lino. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2003.

Nodari, Alexandre. “a posse contra a propriedade”: pedra de toque do Direito Antropofágico. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Santa Catarina. Curso de Pós-Graduação em Literatura. Florianópolis, 2007.

Pasta Júnior, José Antônio. “O romance de Rosa—temas do Grande sertão e do Brasil”. Novos Estudos, nº 55, novembro de 1999.

Penna, João Camillo. “Antonio Candido’s Critical Method” [Manuscrito. Versão integral.]

Penna, João Camillo. “Antonio Candido’s Critical Method“. Santa Barbara Portuguese Studies, Volume IV, 1997.

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Penna, João Camillo. “Democracia da vida comum”. Marcos Siscar e Marcos Natali (org.). Margens da Democracia, São Paulo, Edusp, 2014. [no prelo]

Penna, João Camillo. “Formações do sujeito colonial: suplemento, dependência, cosmopolitismo“. Alea: Estudos neolatinos. vol.14 no.2 Rio de Janeiro Julhos/dezembro 2012.

Penna, João Camillo. « A imitação da guerra ». Javier Uriarte e Felipe Martínez-Pinzón (orgs.). Entre el humo y la niebla. Guerra y cultura en América Latina. Pittsburg. University of Pittsburg, 2014. [no prelo]

Penna, João Camillo. « Jagunços, topologia, tipologia (Euclides e Rosa) ». João Camillo Penna, Alexandre Garcia, Paulo Roberto Tonani do Patrocínio (orgs.) Modos da margem. Rio de Janeiro : PPG Ciência da Literatura/Circuito/Capes, 2013. [no prelo]

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Risério, Antonio. Caymmi: uma utopia de lugar. São Paulo: Perspectiva, 1993.

Santiago, Silviano. “Atração do mundo – Políticas de globalização e de identidade na moderna cultura brasileira”. O cosmopolitismo do pobre. Belo Horizonte: ed: UFMG, 2004.

Santiago, Silviano. A viagem de Levi-Strauss aos Trópicos. Brasília: Instituto Rio Barnco, Fundação Alexandre de Gusmão, 2005.

Santiago, Silviano. “Intérpretes do Brasil”. Intépretes do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000.

Santiago, Silviano. Nas malhas da letra. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

Santiago, Silviano. Uma literatura nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco,  [1978] 2000, 2ª edição.

Santiago, Silviano. Vale quanto pesa. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1982.

Schmitt, Carl. El Nomos de la Tierra. En el derecho de gentes del “Jus publicum europaeum”. Trad. Dora Schilling Thon. Buenos Aires: Ed. Struhart y Cía, s/d; Le nomos de la terre. Paris. Léviathan/PUF, 2001.

Schmitt, Carl. O conceito do político. Teoria do partisan. Tradução: Geraldo de Carvalho. Belo Horizonte: Del Rey, 2008.

Schmitt, Carl. Political Theology. Four chapters on the Concept of Sovereignty. Cambridge, Londres: The MIT Press, 1985.

Schwarz, Roberto. “As ideias fora do lugar.” Ao vencedor as batatas. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1977.

Schwarz, Roberto. “Discutindo com Alfredo Bosi“. Novos Estudos n. 36, julho de 1993.

Schwarz, Roberto. Martinha versus Lucrécia. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Schwarz, Roberto. Que horas são? São Paulo : Companhia das Letras, 1987.

Schwarz, Roberto. Um Mestre na periferia do capitalismo. Machado de Assis. São Paulo: Editora 34/Duas Cidades, 2000, 4a edição.

Shapin, Steven e Schaffer, Simon. Leviathan and the Air-Pump. Hobbes, Boyle, and the Experimental Life. Priceton: Princeton University Press, 1985.

Strathausen, Carsten. A Leftist Ontology. Beyond Relativism and Identity Politics. Minneapolis : Minnesota University Press, 2009.

Spivak, Gayatri. Pode o subalterno falar? Tradução: Sandra Regina Goulart Almeida. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010.

Valentim, Marco Antonio. Extramundanidade e sobrenatureza. Para uma crítica da antropogênese filosófica. Manuscrito.

Virno, Paolo. A Grammar of the Multitude. For an Analysis of Contemporary Forms of Life. Los Angeles/Nova York: Semiotext(e), 2004; Gramatica de la multitud.  Trad. Eduardo Sadier. Buenos Aires, Argentina, 2002.

Wisnik, José Miguel. “Machado maxixe: o caso Pestana”. In: Teresa. Revista de literatura brasileira, 4/5. Literatura e canção. São Paulo: Ed. 34, 2003. Republicado em: Sem receita. Ensaios e canções. São Paulo: Publifolha, 2004.

Wisnik, José Miguel. Veneno remédio: o futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

Zizek, Slavoj; Daly, Glyn. Conversations with Zizek. Cambridge: Polity Press/Blackwell Publishing, 2004; Arriscar o impossível. Conversas com Zizek. Trad. Vera Ribeiro. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

Zizek, Slavoj. Tarrying With the Negative. Kant, Hegel and the Critique of Ideology. Durham: Duke University Press, 1993.

Zizek, Slavoj. The real of sexual difference. In: Suzanne Barnard e Bruce Fink (ed.) Reading Seminar XX. Albany: SUNY Press, 2002.

Zizek, Slavoj. The Sublime Object of Ideology. Londres/Nova York: Verso, 1989; El Sublime Objeto de la Ideologia. Tradução argentina: Isabel Vericat Nuñez. Buenos Aires: Siglo XXI Editores Argentina, 2003.